Ruas limpas e bem cuidadas. A mão de obra prisional está sendo cada vez mais utilizada na realização de serviços públicos, mas neste caso há um diferencial: os presos desta história cumprem pena no regime fechado, o que, em tese, exige um aparato de segurança maior para monitorar os trabalhos.

 

Trata-se de uma parceria entre o sistema penitenciário do Mato Grosso, o Poder Judiciário e a prefeitura de Primavera do Leste, cidade de 60 mil habitantes localizada a 240 km da capital Cuiabá.

São 50 detentos trabalhando na prestação de serviços urbanos, além de atuarem numa fábrica de artefatos de concreto da prefeitura. Eles recebem um salário mínimo e têm um dia de pena diminuído, a cada três dias trabalhados.

Para participarem do projeto, os presos devem ter cumprido ao menos 1/6 de sua pena, além de ter bom comportamento. A intermediação da mão de obra junto à prefeitura é feita por uma associação do município, formada por voluntários, entre eles psicólogos e assistentes sociais.

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